Greve contra reforma da previdência, veja os atos confirmados em Santa Catarina

PUBLICADO EM: 17/02/2018 - 8:14 | ATUALIZADO EM: 18/02/2018 - 17:24

DA REDAÇÃO | PARA: DIÁRIO DO COTIDIANO | FALE CONOSCO

Para tentar enterrar a proposta do Michel Temer (MDB-SP) da reforma trabalhista, a CUT, demais centrais sindicais e movimentos sociais intensificarão a pressão contra a reforma da Previdência nesta segunda-feira (19).

“A nossa luta é para enterrar de vez a reforma. E uma das estratégias é realizar uma forte mobilização no dia 19, com greves e paralisações, além de intensificar as ações nas ruas e nas redes”, afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas.

Servidores de Joinville farão manifestação na Câmara de Vereadores: O Conselho de Representantes por Local de Trabalho de Joinville se reuniu no Sinsej para deliberar sobre paralisação na próxima segunda-feira (19/2). Toda a categoria é chamada a cruzar os braços por meio período, com concentração às 14 horas, na Câmara de Vereadores. O protesto é contra a aprovação da Reforma da Previdência e em defesa do serviço público. Neste dia, passará pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação da Câmara o PLC 122/2017, que coloca fim em 36 cargos da Prefeitura. Somente no Hospital São José, serão extintas 26 funções.

Bancários de todo o Brasil param na segunda-feira (19): A adesão à greve geral contra a reforma da Previdência, que será realizada na segunda-feira 19, cresce em todo o país. As Centrais e Sindicatos estão mobilizando suas categorias para realizar uma grande paralisação nacional contra a proposta do governo Temer que, se aprovada pelo Congresso Nacional, acabará com a aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras.

O presidente do SEEB Marco Silvano, reforça a importância da participação da categoria nas atividades. o dirigente destaca ainda que a PEC 287, da Previdência, é rechaçada pela grande maioria da população e não é diferente entre a categoria bancária. “O governo mente quando diz que a medida vai acabar com privilégios. Na verdade, essa reforma dificulta o acesso à aposentadoria para milhões de trabalhadores, entre eles os bancários, mas mantém privilégios para deputados, senadores, juízes e militares”, diz Silvano.

 

 

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