SÉRGIO SILVA Udo e Pinho das desavenças ao amor

PUBLICADO EM: 15/05/2018 - 2:17 | ATUALIZADO EM: 15/05/2018 - 2:17

DA REDAÇÃO | PARA: DIÁRIO DO COTIDIANO | FALE CONOSCO

O prefeito de Joinville Udo Döhler e o governador de Santa Catarina Eduardo Pinho Moreira, ambos do PMDB, estão vivendo um romance político, ao menos em suas falas, discursos e encontros.

Para quem vem acompanhando os inúmeros encontros e discursos da dupla, da até pra crer que a assessoria é a mesma, tudo muito parecido e roteirizado, para que as perguntas e respostas sejam coincidentes e não venha a criar qualquer mal estar entre si, como ocorreu na inauguração do elevado da Santos Dumont no último dia (10/05), foi o mesmo discurso falado por bocas diferentes.

COLOMBO: Antes o governo do estado era ruim para Joinville, agora já mudaram o tom, o clima de eleições à vista está no ar isso é notável, e Pinho vem comendo pelas beiradas. Agora que Colombo está com ibope em baixa, esta sendo responsabilizado pelo estrago que dizem ter no governo, lógico que o fato é tirar o Pinho da culpa, mesmo ele tendo sido vice.

Esta parecido com Dilma (Colombo) e Temer (Pinho Moreira), sete anos ao lado e nada sabia, conta outra né.

UDO PEDE, PINHO FAZ: Udo pediu para parar com o projeto da região metropolitana e o governador nem quis argumentar e ordenou a retirada do projeto na Assembleia Legislativa, onde os deputados fizeram duras críticas a ambos por essa ter sido uma atitude política e não pensando no bem do cidadão.

UDO, PINHO E MARIANI: O que se comenta e se percebe nos bastidores é que PINHO deve enfrentar MAURO nas prévias em agosto, mas também tem agradado seu oponente dentro do partido, como o cargo cedido para SIMONE SCHRAMM na Secretaria de Educação, está que é aliada de Mariani e presidente do partido em Joinville e sogra de Mariani.

Já com Udo tem sido as reuniões e mídias que PINHO tem feito de Joinville, acredito em dois motivos, ganhar o apoio integral de Udo e dos cidadãos do maior colégio eleitoral do estado, e não magoar Mauro a ponto de criar uma contusão no partido nas eleições de outubro.

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