COTIDIANO: Prefeitura de Joinville preocupada com receita

PUBLICADO: 05/06/2018 - 16:51 | ATUALIZADO: 07/08/2018 - 13:32

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Durante os dez dias que os caminhoneiros cruzaram os braços, a Prefeitura de Joinville iniciou o monitoramento da situação e criou um Comitê de Crise para monitorar os serviços. Os serviços públicos, principalmente nas áreas de educação, saúde e transporte foram mantidos.

As aulas não foram interrompidas, os trabalhos nas unidades básica de saúde e os Pronto-Atendimentos não pararam, o serviço de coleta de lixo foi mantido e o abastecimento de água esteve normalizado.

Por causa da redução da demanda, em virtude das férias coletivas nas empresas, houve mudança nos horários do transporte coletivo, mas o atendimento não foi paralisado e agora está normal.

O prefeito Udo Döhler elogiou os secretários e servidores que se comprometeram, durante o período da greve, em manter os trabalhos ativos, causando o menor impacto à população. “Joinville deu exemplo. Fomos o município do Estado que manteve as atividades em andamento. Isso revelou nossa organização e comprometimento no serviço à população”, ressaltou.

A atenção agora da Prefeitura de Joinville é com os efeitos pós-crise, principalmente relacionados à economia. O prefeito Udo Döhler avalia a necessidade de adotar medidas de contenção de despesas frente ao cenário de redução de receitas públicas no decorrer do ano devido às perdas nas atividades econômicas durante a greve.

Por causa disso, algumas medidas adotadas durante a paralisação permanecem ativas, como a redução de 50% do gasto de combustíveis e a suspensão da concessão de diárias, salvo em casos emergenciais ou de caráter oficial.

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