Polícia Civil elucida crime bárbaro em Joinville

PUBLICADO: 26/04/2018 - 22:27 | ATUALIZADO: 27/04/2018 - 10:45

DE VICTOR HUGO - PARA: DIÁRIO DO COTIDIANO | FALE CONOSCO

A Delegacia de Homicídios de Joinville esclareceu nesta quinta-feira (26) bárbaro crime passional ocorrido no Bairro Floresta, no dia 13 de abril realizando a prisão do ex-companheiro da vítima.  A vítima, Fátima Aparecida de Oliveira, de 46 anos, foi encontrada morta com características de violência sexual, em região de mata, na Rua Professor Clemens Schmidt, no bairro Floresta. Exames na cena do crime revelaram indícios de morte provocada por esganadura. Não havia, todavia, testemunhas ou elementos que levassem a identificação da vítima.

A investigação teve início com a busca por referências subjetivas visando conhecer a identidade e as relações sociais da vítima, tornando possível criar as primeiras hipóteses de investigação e estabelecer linhas a serem seguidas. Foi possível saber, com isso, que a vítima havia terminado relacionamento amoroso no final de 2017, período bastante conturbado. Isso fez com que o ex-companheiro se tornasse suspeito investigado, especialmente por ter sido a última pessoa a vê-la com vida na noite do crime. Interrogado por duas vezes na sede da DH, o suspeito negou qualquer participação no crime, mantendo-se firme em sua versão, embora o contexto circunstancial o apontasse como autor do crime.


Dessa forma, os investigadores da DH dedicaram-se a buscar provas materiais que indicasse a autoria do crime ou refutassem o álibi apresentado pelo principal suspeito.  Após ouvir várias testemunhas, exaustivas diligências em campo e perícias em imagens coletadas, foi possível reunir forte conjunto probatório que apontou o ex-companheiro como autor do crime. Foi apurado que o indiciado esganou a vítima no interior de imóvel e, ato contínuo, levou o corpo em seu veículo até local ermo para desvincular-se do crime.

Importante destacar que o crime foi elucidado em razão da dedicação e tenacidade nas diligências periciais do Instituto Geral de Perícias (IGP) de Santa Catarina, núcleo Joinville, que foi sensível as demandas da DH na conclusão dos trabalhos de Polícia Judiciária.


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