Darci de Matos como deputado federal quer mudança no Simples Nacional

PUBLICADO: 29/10/2018 - 2:20 | ATUALIZADO: 03/11/2018 - 14:19

DE VICTOR HUGO - PARA: DIÁRIO DO COTIDIANO | FALE CONOSCO

Joinville – SC: O Deputado Federal eleito por Santa Catarina, Darci de Matos (PSD), falou sobre qual será o seu possível primeiro projeto de lei, que apresentará na Câmara dos Deputados a partir de 2019, que pretende aumentar o limite de faturamento para empresas enquadradas no Simples Nacional.

A VIGÊNCIA: Os limites de faturamento das empresas que estão no simples nacional ou por vontade própria ou por ter excedido o faturamento da micro empresa, atualmente é de R$ 4,8 milhões para pequenas empresas no intervalo de um ano.


É importante também levar em conta toda a estrutura burocrática que foi criada, por exemplo, a escrituração fiscal completa das transações que envolvem o ICMS, o IPI e o ISS, PIS e da Cofins, DCTF,  ECF, EFD-Contribuições, entre outras. Então é uma situação que o empresário hoje vive de complexidade, porque a variáveis para cada tipo de negócio e faixa de faturamento até chegar aos R$ 4,8 milhões.

DARCI DE MATOS: O recém eleito deputado quer mudar isso, segundo ele é preciso aumentar o limite de faturamento do Simples Nacional, e também a unificação dos impostos. Para Darci, o sistema tributário atual torna o empresário refém do governo, na medida que a empresa cresce aumenta as alíquotas e os impostos, chegando em determinado ponto onde esse limite é ultrapassado e automaticamente a empresa tem sua faixa de tributação alterada para lucro presumido, onde você acaba pagando muito mais que no Simples Nacional. Isso influência principalmente na folha de pagamento, fazendo o empresário contratar menos e assim gerar menos atividade sócio econômica.

De acordo com Darci de Matos é preciso alterar a lei atual, onde o faturamento precisa ser estendido, assim como os preços sobem, os encargos e custos fixos, a porcentagem do Simples Nacional também tem que subir para gerar maior movimentação, menos empresas demitirem ou fecharem suas portas, e a roda da economia girar com mais paridade.


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