SÉRGIO SILVA: Joinville poderia realizar grandes obras se quisesse

PUBLICADO: 04/11/2018 - 1:57 | ATUALIZADO: 04/11/2018 - 19:03

DE SÉRGIO SILVA - PARA: DIÁRIO DO COTIDIANO | FALE CONOSCO

Joinville (SC): A Secretaria da Fazenda da Prefeitura de Joinville esteve  fazendo um balanço das contas da cidade. Em um período de três meses foram arrecadados R$ 743 milhões com impostos.

As despesas deram um total de R$ 443 milhões, da qual a mais expressiva é a destinada à saúde (R$ 161 milhões, 35%). Educação (R$ 92 milhões, 20%) e previdência (R$ 58 milhões, 12,7%) são os campos que vêm na sequência das maiores despesas. As despesas com folha somaram 50,1% da receita corrente líquida. Isto é, a despesa está dentro do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. As receitas tiveram um aumento de 6,6% comparado a 2017.

A questão está no superávit que ficou em R$ 284 milhões, descontando o valor que é da previdência R$ 177 milhões, o caixa da prefeitura tem R$ 107 milhões.


PODER DE OBRAS: A Prefeitura de Joinville não é uma empresa da qual deve ficar com dinheiro em caixa ou obter lucros e sim aplicar em obras e se preciso fazer dívidas para realizar as mesmas, claro que com conivência, como todos as cidades do Brasil.

A cidade tem um endividamento de 16,3%, que segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), poderia chegar até 120%. Conforme o próprio empresário, investidor e vereador NINFO KÖNIG (PSB), se mostrou surpreso com o potencial de endividamento do município, ele destacou a possibilidade de se realizarem grandes obras com esse potencial.

A sensação que se passa para os moradores é que o caixa da prefeitura está sempre negativo, motivo esse alegando dezenas de vezes pelo seu secretariado em reuniões nas comissões da CVJ. Mas a realidade demonstra outro lado, que o município tentar reter o máximo possível para não gastar ou buscar sempre recursos fora, o que atrasa ou dificulta a execução de projetos.


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