CEASA de Joinville busca soluções para não fechar

PUBLICADO: 14/05/2019 - 18:52 | ATUALIZADO: 14/05/2019 - 18:52

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Não adianta planejamento estratégico se não há realização, está foi a definição do vereador Odir Nunes (PSDB), após mais um debate da Comissão de Economia sobre a situação da Ceasa de Joinville.

Desde a visita em março deste ano os vereadores querem saber quais as intenções da Prefeitura para o futuro da Central de Abastecimento de Joinville. São 20 boxes, sendo que apenas seis estão em uso.
Para o vereador Odir Nunes o problema é resultado da falta de incentivopara o agricultor. “Se a UDR não oferece incentivo e não tem um plano de desenvolvimento, os agricultores acabam produzindo menos, os seus filhos estão trabalhando na cidade, o processo prejudica toda a cadeia produtiva da agricultura de Joinville e algo precisa ser feito”, definiu

De qualquer modo a situação da Central

é crítica e urgente, por isso a Comissão irá alinhar uma reunião com os Deputados Estaduais para buscar medidas que possam dar algum novo direcionamento.

VISITA EM MARÇO: As despesas de uso do local são rateadas. Segundo a funcionária Sirlei Goedert a conta de energia elétrica é paga pela prefeitura e depois rateada entre os boxistas em atuação. “A caixa é antiga e há a necessidade de troca para que cada boxe possa ter sua própriacaixa”, contou.

A Ceasa fornece para Joinville e outros municípios próximos, como Araquari, Mafra, Itaiópolis, Urubici, São Joaquim, Schroeder, Guaramirim, Vidal Ramos, Lontras, São Bento do Sul, Jaraguá do Sul e São Ludgero.

BANCO DE ALIMENTOS: Anexoà Ceasa existe uma estrutura onde teria de funcionar o banco de alimentos de Joinville. A ideia é captar o resto de alimentos que é descartado em locais como a Ceasa, supermercados, verdureiras e frutarias e aproveitar e reaproveitar os alimentos descartados.
A distribuição será para entidades pré-cadastrados na

Secretaria de Assistência Social.

O local é bem estruturado, mas ainda falta iniciar a obra de readequação do sistema preventivo de incêndio e a liberação dos alvarás. A gestão do banco será gerida por um comitê formado pela SAS e a SAMA/UDR. A conclusão da obra está prevista para o final deste ano.

Com informações de Oricelma Dutka.